Terça-feira, 30 de junho de 2015
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O Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente (CMDCA) se reuniu com representantes da sociedade civil e vereadores para discutir a Lei da política municipal de atendimento a criança e adolescente. Na reunião foram discutidos alguns pontos que precisam ser alterados na lei para a próxima eleição do Conselho Tutelar. São eles, alterar os itens: “ser alfabetizado” para “possuir ensino médio completo”, “residir no município” para residir há pelo menos dois anos no município”. Inserir: “possuir carteira de habilitação”, “noções básicas de informática” e “possuir dois anos de experiência em atividades na área da criança e do adolescentes”. Todos os membros do conselho, sociedade civil e vereadores concordaram com as alterações, pois entendem a importância dos critérios.
O secretário de Assistência Social Wesley Rodrigo Rossi lembra que a intenção do CMDCA é pensar na qualidade do atendimento oferecido e garantir que as medidas sejam cumpridas no direito das crianças e adolescentes de Paiçandu. “São requisitos básicos e extremamente necessários para a execução do trabalho. O conselheiro tutelar em Paiçandu tem papel fundamental no encaminhamento das crianças e todos entendem a relevância deste cargo para a sociedade”, explica.
Estiveram presentes quatro dos nove vereadores de Paiçandu: o presidente da Câmara Carlos Martins, José Luiz Carneiro (Luizinho), Wanderley Tessaro (Lelei), Benito Moreno. O presidente do legislativo Carlos Martins se comprometeu a verificar com a equipe jurídica da Câmara, as possíveis alterações na Lei e, assim, também comunicar e informar os demais vereadores que não estiveram na reunião.
O vereador Luizinho disse que não houve uma discussão ampla sobre as alterações indicadas. Sinalizou, ainda, que reuniões e debates como esse são de extrema importância para a evolução do município.
A presidenta do Conselho Municipal do Direito da Criança e do Adolescente Ana Alice Santos informou que todas as medidas cabíveis para que houvesse alteração na lei, foram feitas. “Agora vamos aguardar a posição da Câmara Municipal de Paiçandu”, finalizou a conselheira.
Fonte: Assessoria de Imprensa