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CREAS realiza palestra no dia da N?o-Viol?ncia contra a mulher

Quarta-feira, 27 de novembro de 2013

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A Campanha visa sensibilizar a sociedade pai?anduenses para que sejam denunciantes da viol?ncia e as v?timas tenham a coragem de pedir ajuda e denunciar agressor


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A Secretaria Municipal de Assistência Social, por meio do Centro de Referência Especializado de Assistência Social - CREAS, divulgou a Campanha sensibilização do Dia Internacional Da Não-Violência Contra A Mulher”, o 25 de novembro.

Este dia é comemorado em todo o País por meio de mobilizações e sensibilizações que chamam a atenção e a reflexão a Não Violência contra a mulher. Assim, no dia 25 de novembro, foi realizada no salão paroquial da Igreja Jesus Bom Pastor uma palestra ministrada pela advogada Tatiana Coutinho Pitta que é coordenadora do Centro de Referência de Atendimento a Mulher de Maringá – CRAMM.

A palestra trouxe como título: ”Violência contra a Mulher: aspectos penais e processuais” – onde a palestrante trouxe dados alarmantes de todos os tipos de violência que acontecem contra a mulher. Ainda orientou para que a mulher procure ajuda, ou mesmo alguém que esteja próximo e perceba a violência que possa de alguma forma auxiliar essa mulher. Explicou que com o passar dos anos essa violência tem aumentado e que, por exemplo, o número de estupros cresceu 150% somente nesse ano.

O evento teve a participação de outras secretarias municipais, comunidade em geral, professores e alunos do Colégio Vercindes, EJA E Cebeja.

Para o coordenador do CREAS Josemar Santos de Matos este primeiro evento voltado à mulher vítima de violência é um dos primeiros passos para se pensar ações, projetos para atender a esta demanda do Município.

Já o secretário municipal de Assistência de Social Social Wesley Rodrigo Rossi o objetivo da campanha é a sensibilização da população paiçanduense a denunciar casos de violência, assim como apresentar aos mesmos a rede de proteção às mulheres vítimas de violência. “Ações como essas são fundamentais para a garantia da proteção integral a mulher”, destacou o  secretário.

 

Fique por dentro:

O CREAS é órgão que atende e acompanha a vítima de violência doméstica e sua família, por ela se tratar de uma unidade que atende a violação de direito, já estalada na vítima, e/ou ameaça. Foi percebido em nossos atendimentos e acompanhamentos, que esta violação fica camuflada em outras violações de direitos, como em muitos casos, a violência contra a criança e/ou adolescente. Informações pelo telefone: 3244 6055

25 de novembro
Dia Internacional da Não-Violência contra a Mulher

 

A data de 25 de novembro de 1960 ficou conhecida mundialmente por conta do maior ato de violência cometida contra mulheres. As irmãs Dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que lutavam por soluções para problemas sociais de seu país foram perseguidas, diversas vezes presas até serem brutalmente assassinadas.

A partir daí, 25 de novembro passa a ser uma data de grande importância, principalmente para aquelas que sofrem ou já sofreram violência.

Violência ocorre nos espaços públicos e privados e não é só agressão física é também psicológica e moral. Agressões verbais reduzem a auto-estima e fazem as mulheres se sentirem desprezíveis.  Causam danos à saúde: geram estresse e enfermidades crônicas. A violência interfere na vida, no exercício da cidadania das mulheres e no desenvolvimento da sociedade em sua diversidade.

25 de novembro como o “Dia da Não Violência Contra a Mulher”, foi decidido por organizações de mulheres de todo o mundo reunidas em Bogotá, na Colômbia, em 1981 em homenagem as irmãs, que responderam com sua dignidade à violência, não somente contra a mulher, mas contra todo um povo. A partir daí, esta data passou a ser conhecida como o “Dia Latino Americano da Não Violência Contra a Mulher”.

Em 1999, a Assembléia Geral da ONU proclama essa data como o ”Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra a Mulher” a fim de estimular que governos e sociedade civil organizada nacionais e internacionais realizem eventos anuais como necessidade de extinguir com a violência que destrói a vida de mulheres considerado um dos grandes desafios na área dos direitos humanos.

A violência contra a mulher passa a ser um problema mundial que não distingue cor, classe social nem raça: é maléfica, absurda e injustificável! Essa Campanha tem como objetivos revelar a dimensão do feminicídio e denunciar o aumento do número de casos de mortes de mulheres por razões de gênero. Chamar a atenção sobre índices e ausência de registros confiáveis; estimular a informação sobre o feminicídio e atuar contra a impunidade.

 A violência contra as mulheres é uma questão social e de saúde pública, pois:

- Revela formas cruéis e perversas de discriminação de gênero;

- Desrespeita a cidadania e os direitos humanos;

- Destrói sonhos e viola a dignidade.

Tem se mostrado como expressão mais clara da desigualdade social, racial e de poder entre homens e mulheres, tornando visível a opressão social,  em que se materializa nas marcas físicas e psicológicas ao segmento  que perfaz mais da metade da população brasileira. Texto disponível no link: http://www.caefe.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?sid=339

 

 

 

Fonte: Assessoria de Comunicação

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